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5 COINCIDÊNCIAS DA HISTÓRIA QUE SÃO DE ARREPIAR

14 anos antes do trágico acidente com o navio Titanic, Morgan Robertson escreveu um livro sobre um navio, descrito como inafundável, que colidiu com um iceberg, afundando no atlântico norte, 400 milhas de distância do Novo Mundo. Como Morgan pode ter previsto tudo isso? Confira essa e outras coincidências...

domingo, 19 de abril de 2015

5 maneiras de como os seres humanos poderiam destruir todo o Sistema Solar

1 – Partículas velozes e furiosas

Nas vésperas da construção do Grande Colisor de Hádrons (LHC, na sigla em inglês), o poderoso acelerados de partículas do CERN, alguns cientistas demonstraram preocupação que as colisões do equipamento dessem origem ao nosso fim. Eles temiam que a estrutura pudesse acabar criando elementos nocivos como bolhas de vácuo, monopolos magnéticos, buracos negros microscópicos ou outros strangelets – nome que se dá às “matérias estranhas”.
Os pesquisadores mais renomados da comunidade científica condenaram tais comentários e os classificaram como bobagens e rumores espalhados por pessoas desqualificadas em busca de atenção ou publicidade. Por fim, um relatório publicado em 2011 pelo Grupo de Garantia de Segurança do LHC concluiu que as colisões não apresentavam qualquer perigo, ponto fim à discussão.



Anders Sandberg, pesquisador do Instituto de Futuro da Humanidade da Universidade de Oxford, afirma que um desastre de acelerador de partículas é improvável, mas diz que, se isso ocorresse, a liberação de strangelets no mundo não acabaria nada bem. Segundo ele, caso algo do tipo acontecesse, a reação em cadeia resultante poderia explosões radioativas com raios gama com intensidade dezena de milhões de vezes maior que o poder do Sol.
Atualmente, todos os indícios demonstram que o LHC é incapaz de produzir matérias estranhas, mas não sabemos se um experimento futuro, seja na Terra ou no espaço, poderia resultar em strangelets. De acordo com uma teoria atual, por exemplo, esse tipo de elemento pode existir soba elevada pressão no interior de estrelas de nêutrons. Bastaria tentarmos criar essas condições artificialmente pra acabar com tudo.

2 – Assassinato do Sol
Alguns pensadores atuais acreditam que os humanos do futuro distante (ou os nossos descendentes pós-humanos) podem se ver forçados a iniciar alguns projetos de Engenharia Estelar. Essa nova área de estudos, por sua vez, poderia incluir ideias envolvendo a alteração direta dos astros luminosos pelas nossas próprias mãos – o que soa como uma receita para desastres.
Segundo trabalhos de David Criswell, da Universidade de Houston, atividades científicas futuras podem incluir tentativas de prolongar a vida das estrelas, extrair materiais delas ou até mesmo criar corpos estelares totalmente novos. Para fazer o Sol queimar mais lentamente, e portanto durar mais tempo, os futuros engenheiros estelares poderiam tentar remover um pouco do excesso de sua massa, já que estrelas maiores consomem mais “combustível”.


Bastaria então que uma coisa imprevista ou um erro humano acontecesse para iniciar um incontrolável efeito-dominó. Voltando ao exemplo anterior, a tentativa de remover a massa do Sol poderia causar explosões e rajadas de materiais, ou até mesmo resultar em uma diminuição de luminosidade que mataria a maior parte da vida no Sistema Solar.

3 – Mexendo com quem está quieto
Em um estudo no Jornal da Sociedade Interplanetária Britânica, o astrofísico Martyn Fogg propôs que a transformação de Júpiter em uma nova estrela poderia servir como o primeiro passo para fazer a atmosfera de suas luas se tornar habitável. Segundo ele, a introdução de um minúsculo buraco negro projetado com perfeição daria origem a energia o suficiente para deixar Europa e Ganimede com temperaturas similares a da Terra e Marte, respectivamente.
Por mais que o processo de terraformação das luas de Júpiter soe interessante, não é difícil perceber que o “buraco negro perfeitamente projetado” é uma verdadeira bomba relógio. Segundo Sandberg, a anomalia poderia crescer gradualmente, eventualmente absorvendo o planeta e causando uma explosão de radiação que acabaria com a vida em todo o Sistema Solar, além de mudar a própria movimentação dos corpos celestes.


4 – Balé de planetas
A dinâmica orbital do nosso Sistema Solar é surpreendentemente frágil, de forma que estima-se que até mesmo uma sutil perturbação poderia resultar em movimentos caóticos e potencialmente perigosos de corpos celestes. Isso acontece porque, como cada objeto presente na nossa porção da Galáxia é afetado pela força gravitacional dos outros, a mudança em apenas um deles poderia mexer no resto.
Em um futuro distante, essa ressonância entre os corpos celestes – que vai mudando pouco a pouco de forma natural –, pode finalmente chegar a tal ponto que iniciará a reação em cadeia final, destruindo tudo de uma vez. Ainda que essa possibilidade provavelmente esteja bilhões de anos distante de nós, ainda existem maneiras por meio das quais a ação humana poderia acelerar a coisa toda.


Um exemplo de teoria já proposta que poderia acabar com o equilíbrio dos planetas é a ideia de mover Marte para dentro da zona habitável do Sistema Solar. Basicamente, o plano seria fazer o mundo vermelho decair um pouco de sua órbita ao ser atingido por uma série de asteroides artificiais. Bastaria um erro de cálculo para que os corpos celestes transformassem sua lenta valsa em um verdadeiro – e apocalíptico – bate-cabeças.

5 – Jornada explosiva nas Estrelas
Todo fã de ficção científica que se preze já parou para pensar em como seria legal se as espaçonaves como motores de dobra realmente existissem. O que nem todo mundo pondera, no entanto, é como essa tecnologia também poderia ser extremamente perigosa, já que qualquer objeto que por acaso estivesse próximo de um ponto de destino acabaria sofrendo perdas massivas de energia.
Também conhecidos como motores de Alcubierre e warp drive, a tecnologia de dobra funcionaria por meio da criação de uma bolha de energia negativa ao redor de si mesma. Ao expandir o tempo e o espaço na traseira da nave ao mesmo tempo em que os espreme em sua área frontal, um veículo espacial poderia se locomover com uma rapidez que não está limitada pela velocidade da luz.


Infelizmente, essa bolha de energia tem o potencial de causar danos consideráveis. Segundo um texto publicado por cientistas no Universe Today, o fato do espaço não ser um vácuo completo, contendo partículas, faria com que essas pequenas quantidades de matéria fossem concentradas junto às naves e levadas junto com ela.
Quando o veículo desacelerasse, esses pequenos grãos acumulados seriam lançados com enorme força em várias direções e, particularmente na porção frontal da espaçonave, a energia liberada seria tanta que aniquilaria qualquer coisa em seu caminho – até planetas inteiros. E como o potencial energético depende da distância percorrida durante a jornada, a intensidade da destruição pode ser várias vezes maior que isso.


Os exemplos acima são completamente especulativos e não foram extensivamente estudados, mas servem para demonstrar um pouco do potencial destrutivo da humanidade. Outras opções poderiam envolver ainda ondas de nanorrobôs autorreplicantes descontrolados, uma superinteligência artificial megalomaníaca, acidentes com buracos de minhoca artificiais e muitas outras possibilidades distantes. Felizmente, por enquanto estamos seguros.


Fonte: Megacurioso

domingo, 12 de abril de 2015

5 habilidades animais que adoraríamos ter também






5. Sapos podem se congelar totalmente e voltar ao normal depois




Todo outono, os animais mais sãos saem das zonas mais frias onde moram e se dirigem para locais mais quentes, a fim de não congelar até a morte. Menos o sapo madeira (Lithobates sylvaticus), que consegue não dar a mínima para o inverno, uma vez que não espera para ser congelado: simplesmente se congela. E, quando se descongela, meses mais tarde volta como se nada tivesse acontecido.
Como é que ele faz isso? Não é como se retardasse seu metabolismo e tirasse um cochilo, como os preguiçosos ursos fazem. Os sapos madeira realmente agem como se estivessem mortos, não tendo nenhuma atividade cerebral durante esse período. É literalmente uma criogenia – quando a primavera chega, eles lentamente descongelam, e estão iguaizinhos ao que eram alguns meses no passado.
Nós, seres humanos, não podemos fazer isso porque as células vivas sofrem danos quando a água dentro delas congela. Como os sapos fazem, então? Quando eles sentem o inverno chegando, seus fígados aumentam a produção de açúcar, que é então bombeado para as células, em vez de água. Uma vez que o açúcar não perde a forma quando é congelado, as células sofrem exatamente zero danos. Se você está se perguntando o que acontece com toda a água extra que sai das células dos sapos quando o açúcar entra, os cientistas se perguntaram o mesmo. Assim, jogaram sua decência para fora da janela e dissecaram um sapo congelado para descobrir que ele tinha depositado a água debaixo sua pele como uma espécie de terno ou armadura gelada.



4. Pepinos do mar podem se transformar em líquido, como o T-1000



A maioria das pessoas provavelmente acha o pepino do mar a coisa mais chata do reino animal. Ele é conhecido por simplesmente sentar no fundo do oceano, além de ter uma habilidade tão nojenta quanto: quando atacado, o pepino do mar literalmente verte suas tripas para fora, e depois regenera todas as partes do seu corpo que vomitou. É verdade que, se um ser humano pudesse fazer isso, essa capacidade seria considerada um superpoder, mas você certamente nunca daria a esse cara sua própria franquia de filmes.
O que a maioria das pessoas não sabe é que o pepino do mar não tem só essa habilidade. Ele pode fazer uma outra coisa que é muito mais legal, e nenhum outro ser vivo no mundo pode: ele é capaz de se transformar em um líquido.
O pepino do mar, através de “controle neurológico”, literalmente transformar seus tecidos sólidos em líquidos e, em seguida, voltar a ser sólido, apenas por diversão. É graças às fibras de colágeno especiais em seus tecidos que pepinos do mar podem se liquefazer à vontade, permitindo-lhes, literalmente, enfiar seus corpos em espaços apertados e se solidificar novamente para se esconder de predadores.
Os cientistas pensam que, uma vez que desvendarem os segredos de como os pepinos realmente fazem isso, serão capazes de reproduzir esse efeito em laboratório.


3. Algumas lulas têm faróis embutidos



As lulas havaianas (Euprymna scolopes) têm essas luzes, que funcionam de maneira incrível.
Como você deve saber, muitas criaturas do fundo do mar têm bioluminescência natural – um brilho produzido por uma reação química. A lula havaiana não tem essa capacidade. Em vez disso, forma um relacionamento com uma bactéria que tem, chamada Vibrio fischeri. A lula hospeda colônias dessas criaturas brilhantes e pode realmente controlá-las, literalmente usando sua incandescência como um par de faróis.
Se você está se perguntando porque um pequeno animal molenga que vive no fundo do mar iria querer brilhar e anunciar sua presença para predadores e presas – o que seria uma coisa muito idiota -, seu problema é que você está pensando em como as coisas são em terra, onde a escuridão é ruim.

No mar, a escuridão é a norma. Se você é uma pequena lula, predadores e presas conseguem te perceber ao nadar abaixo de você olhando para cima: isso permite que eles distingam sua silhueta contra a luz filtrada da superfície à distância.
E como você esconde sua silhueta? Você embute em um par de faróis naturais no seu corpo e os ajusta com precisão para cancelar a sua própria sombra.


2. Galinhas ejetam o sêmen de parceiros indesejados




Um supercontrole da natalidade seria uma habilidade excelente em seres humanos, mas totalmente inútil para os animais, certo? Afinal, eles não precisam se preocupar com planejamento familiar ou ter muitas bocas para alimentar; sua sobrevivência depende de tentar reproduzir mais rapidamente do que seus predadores podem comê-los.
Mas a falta de controle de natalidade pode ser um problema para algumas espécies, como galinhas. Esses animais contam com uma hierarquia, na qual apenas os melhores galos deveriam ser autorizados a se reproduzir. Mas todos ficam amontoados em um pequeno espaço, e no calor de uma orgia frangal, pode ser difícil dizer qual galo é qual.
Mas no meio da tempestade frenética de penas voando, galinhas têm um plano B – elas podem ejetar o esperma de pretendentes masculinos indesejados para que não tenham os filhos desses perdedores.
Como os cientistas descobriram isso? Eles fizeram o que é possivelmente a mais bizarra experiência envolvendo galinhas: alinharam vários galos conforme seu status social e cuidadosamente registraram quanto esperma as galinhas ejetavam depois de terem acasalado com cada um deles.
Infelizmente para os machos menos dominantes, os resultados confirmaram que galinhas ejetam o sêmen desses animais mais baixos na escala social, independentemente da ordem em que foram apresentados para as fêmeas. Conclusão: as galinhas são muito espertas.


1. Gatos ronronam para se curar e podem sobreviver a quedas absurdas



Há uma razão para dizermos que os gatos têm sete vidas. Por exemplo, os cientistas pensam que, simplesmente por ronronar, eles ajudam seu corpo a curar-se mais rapidamente. É como se o Wolverine fosse na verdade um pequeno animal peludo.
Os pesquisadores notaram que os gatos não ronronavam apenas quando estavam felizes, mas também quando estavam assustados ou depois que uma pessoa os chutava. Então, fizeram um experimento e descobriram que o ronronar de um gato tem uma frequência média de cerca de 25 a 150 Hertz. Aparentemente, as frequências de som nesta faixa promovem a densidade óssea, a cura e o alívio da dor. Isto não se aplica apenas para os gatos – o som de um ronronar felino também pode ajudar a curar outros animais nas imediações, incluindo seres humanos.
Como se isso não bastasse, a natureza também construiu os gatos de forma que eles são praticamente imunes a quedas. Isso não apenas significa que eles podem cair de uma árvore e sair ilesos; um gato poderia até mesmo sobreviver a queda de um avião! Mas não tente jogar um de lá de cima, isso provavelmente vai chateá-lo.
Todos os gatos têm uma velocidade terminal de cerca de 96 km/h, nem perto da velocidade de 193 km/h de animais maiores. Para um gato, não há praticamente nenhuma diferença entre uma queda de 15 metros e uma queda de 1.500 metros, exceto que ele vai ficar no ar por alguns segundos a mais.
Na verdade, estranhamente, uma queda de quatro andares é estatisticamente mais perigosa para um gato do que uma queda de 40 andares. A probabilidade de lesões após sete andares é bem menor para os felinos porque a maioria dos gatos atinge sua velocidade terminal a essa distância, permitindo-lhes se preparar adequadamente para a queda.


Fonte: Hyperscience,  Cracked

domingo, 5 de abril de 2015

O que acontece quando paramos de tomar banho?



Linhas de defesa



Ao longo do dia, nossos corpos vão coletando uma porção de microrganismos que “grudam” em nossa pele cada vez que tocamos os objetos que nos rodeiam, como maçanetas, controles remotos, celulares etc. O pior é que as nossas mãos ajudam a espalhar essa turminha de patógenos pelo resto do corpo — afinal, você já parou para pensar em quantas vezes você roçou os próprios lábios e coçou o nariz ou os olhos hoje?
Pois algumas dessas criaturas podem desencadear o surgimento de doenças — como a gripe e a diarreia, por exemplo —, além de afetar o equilíbrio natural da pele, facilitando a ocorrência de infecções.


Acontece que nem sempre o “exército” que ocupa a pele é suficiente para eliminar todos os patógenos que tentam montar acampamento no nosso organismo, especialmente aqueles que já se adaptaram para escapar do time de microrganismos que compõem a flora epitelial. E é aqui que entra a importância dos banhos, já que eles funcionam como uma segunda linha de defesa para combater os germes do mal.
A falta de banho também resulta no acúmulo de células mortas, suor, poeira e das próprias substâncias liberadas naturalmente pela pele. E como você pode imaginar, esses “ingredientes” todos dão origem a uma misturinha nada agradável, além de piorar condições crônicas como a acne e a foliculite. Sem falar que, com o tempo, o acúmulo dessa meleca toda pode levar ao surgimento da “dermatitis neglecta”, ou seja, crostas de sujeira sobre a pele.

Voltando ao óbvio


Além das questões que explicamos acima, os banhos, obviamente, servem para evitar que os nossos corpos fiquem fedidinhos. No entanto, apesar de muita gente acreditar que o odor corporal seja provocado pelo suor, a verdade é que essa substância não tem cheiro nenhum.
Chamado formalmente de bromidrose, o “bodum” surge quando as bactérias que vivem na nossa pele começam a se alimentar das proteínas e ácidos graxos presentes no suor, convertendo esses elementos em até 30 compostos químicos diferentes — e pouco cheirosos — que as axilas, os pés e outras partes do corpo exalam.

Antes de correr para o chuveiro


Vale destacar que tomar banhos demais também pode ser prejudicial. Exagerar na água e sabão faz com que os emolientes naturais produzidos pela pele sejam eliminados. Isso, por sua vez, pode provocar o ressecamento e o surgimento de pequenas fissuras e inflamações que tornam a pele mais vulnerável a infecções.
Os sabonetes antibacterianos também devem ser usados com parcimônia, já que esses produtos, além de tudo, podem eliminar as bactérias do bem que ajudam na defesa da nossa pele. Sendo assim, segundo os dermatologistas, o é importante focar nas áreas mais problemáticas, como a virilha, os pés, as axilas e o rosto.


sexta-feira, 3 de abril de 2015

5 alimentos que podem te matar




5 alimentos que você consume todos os dias que nem imagina mais podem te matar.


47 colheres de chá de sal


47 colheres de chá representam, em média, o limite que um ser humano pode ingerir do chamado “sal de cozinha” antes de começar a ter problemas. O sal é formado principalmente por cloreto de sódio, um eletrólito de suma importância na regulação osmótica entre as células e o fluido intersticial (líquido que banha as células).
Dessa forma, caso exista muito sódio no fluido intersticial, a água é forçada para fora das células, a fim de recuperar o equilíbrio. Em quantidades muito altas, a célula passará a encolher cada vez mais, causando diversos problemas de ordem neurológica, tais como apatia e fraqueza, embora também possa causar ataques epiléticos e até coma. Isso explica por que é possível morrer de sede no mar — há muito mais sal ali do que o seu corpo poderia aguentar.

8 litros e meio de água


O excesso de água no organismo pode matar por um motivo análogo (embora inverso) ao do excesso de sal. Basicamente, algo em torno de 8 litros e meio de água é o que o seu corpo tolera antes que a falta de sódio no líquido intersticial faça as células inflarem feito balões.
Em casos de exagero, as células cerebrais podem ser as primeiras a ter problemas — já que a falta de espaço para a expansão pode causar danos cerebrais irreversíveis, possivelmente fatais.
Ok, talvez não seja algo assim tão comum encontrar alguém suficientemente “inspirado” para deliberadamente ingerir quantidades absurdas de água unicamente para testar os limites do próprio corpo.
Em vez disso, o problema de excesso de água no organismo é mais comum em atletas envolvidos em atividades de resistência — ou em usuários de certas drogas ilícitas —, os quais normalmente ingerem grandes quantidades de líquido, a fim de compensar a água perdida no suor.

480 bananas


Sim, são muitas, mas muitas bananas mesmo. Esse limite surge de uma conta bastante simples. Uma banana típica contém, em média, 450 miligramas de potássio, o que faz dessa fruta uma excelente fonte para obtenção do eletrólito — cuja ação é semelhante à do sódio (confira acima), no que se refere ao equilíbrio hídrico.
Mas o potássio também é de suma importância para a contração muscular e para os impulsos nervosos. De fato, virtualmente qualquer tecido no corpo humano é dotado dos chamados “canais de potássio”.
Não obstante, assim como o sal de cozinha e a água, o potássio também possui uma dose letal. No caso, seria necessária a ingestão de 635 gramas do elemento — o equivalente a quantidade encontrada em um total de 480 bananas. Entretanto, caso o potássio seja administrado diretamente na veia, o seu efeito acaba potencializado. Não por acaso, o cloreto de potássio é o último elemento químico administrado em injeções letais, ocasionando uma parada súbita dos batimentos cardíacos.

45 tubos de pasta de dente


Aquele aviso para manter o creme dental fora do alcance de crianças pequenas e de animais não está ali por acaso. Embora em pequenas doses o “fluoreto” contido no produto não cause danos — e também ajude a prevenir contra o aparecimento de cáries —, doses elevadas podem causar sérios problemas.
Não obstante, 45 tubos de pasta de dentes de 90 gramas são, obviamente, muita coisa. E ainda há uma boa notícia: em todos os casos analisados até hoje, a superdosagem não deixou sequelas visíveis — embora, vá lá, é melhor não arriscar.

179 xícaras de café


Sim, mesmo aquele cafezinho que o faz se arrastar da cama todas as manhãs pode ser letal se ingerido em doses muito altas. Naturalmente, isso se deve à ação da cafeína. Em grandes quantidades, essa substância estimulante acaba por causar inquietação, insônia, ansiedade, problemas no estômago e aceleração dos batimentos cardíacos.
Em casos extremos, entretanto, o excesso de cafeína acaba por estimular em excesso o sistema nervoso — e daí se pode ir a arritmias (batimentos irregulares) a ataques epiléticos. É verdade que essa superdosagem acaba sendo um tanto rara apenas com o café. Não obstante, com a miríade de bebidas estimulantes baseadas em cafeína que há por aí, esse limite acaba um tanto menos hipotético.

"Não esqueçam de votar qual matéria gostariam que fosse publicada no Site. Abaixo da postagem. Obrigado"


Fonte: MegacuriosoGizmodo

sábado, 28 de março de 2015

23 estátuas bizarras e engraçadas que existem ao redor do mundo




Parece mentira de tão bizarras e engraçadas mais não é, são de verdade e estão espalhadas pelos quatro cantos do ´planeta confira "23 estátuas bizarras e engraçadas que existem ao redor do mundo" e nos diga o que achou delas:


1. “O Homem Rocha vomitador”, em Londres, Inglaterra.



2. “Mulher de salto alto montando um galo gigante enquanto segura um garfo enorme”, em Cuba.



3. “A centopeia de patos”, na Bélgica.



4. “O coletor de fezes de crianças”, nas Filipinas.




5. “Se curvando”, em Praga. Nessa dá pra subir e espiar lá dentro.




6. “Saiam daqui crianças”, na Noruega.




7. “Comedor de crianças”, na Suíça.



8. “Metade garota, metade peixe”, em Washington. É tipo uma sereia, só que ao contrário.



9. “O alien mijão”, em Helsinque.



10. “Concurso de mijo”, em Praga.




11. “Crianças coloridas mijando”, em Kiev. Ainda não entendi porque eles gostam tanto destas estátuas mijando.



12. “Direto da vaca”, na Islândia.



13. “A Kate Moss fazendo yoga”, de algum lugar da Ásia. É de ouro maciço, o comprador pagou mais de US$ 2 milhões.




14. “Montando uma tartaruga” em Massachusetts.




15. “Dançando tango com um atum”, em Chicago.




16. “O bebê dorminhoco voador”, em Cingapura.




17. “Anatomia de uma mulher grávida”, na Inglaterra.



18. “Super-mulheres lactando”, na Alemanha.




19. “O erro de cálculo do Super-homem”, na Alemanha.




20. “O camelo-aranha”, em Abu Dhabi.




21. “O crocodilo esfaqueado”, nos Estados Unidos.



22. “Confie em mim, é seguro com um guarda-chuva”, na Califórnia.



23. “Oito pernas são melhores do que duas”, em Cingapura.



Fonte: Rock'n Tech

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